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Pulseiras do bem viram febre entre os jovens insulanos
Por Jornal Golfinho
Fruto da parceria, criatividade e solidariedade, as pulseiras do bem viraram febre entre os jovens insulanos. São tiras de borracha coloridas que têm por objetivo chamar a atenção da sociedade para movimentos e causas importantes e ainda arrecadar recursos para ajudar pessoas ligadas a eles.
As pulseiras do bem são mais de sete e englobam temas como câncer, racismo, vítimas do tsunami e pacientes com Aids, entre outros. A primeira a ser lançada no mundo foi a amarela, pela Lance Armstrong Foundation, e em parceria com a Nike, com o slogan “Live Strong” (vida forte) para encorajar pacientes com câncer a dar continuidade ao seu tratamento. Com o sucesso, foram lançadas outras, como a preta e branca, contra o racismo, que recebeu a adesão de vários jogadores de futebol, inclusive do craque Ronaldinho Gaúcho.
No Brasil, essas pulseiras podem ser encontradas em lojas de material esportivo e importadoras, mas nós temos a nossa versão tupiniquim: a pulseira azul, lançada pela Associação Brasileira do Câncer, e que pode ser encontrada na rede de supermercados Pão de Açúcar (Pão de Açúcar, Extra e Compre Bem) ou no site da ABC (www.day care.org.br) por R$ 5,00. Comprando-a nesses pontos, o dinheiro é revertido para a fundação.
Na verdade, o que atrai as pessoas é conseguir, de uma forma fashion, contribuir para o lado social. Dessa maneira, a iniciativa está entrando com tudo no mercado brasileiro, principalmente entre crianças e adolescentes, que têm demonstrado cada vez mais interesse, desfilando por aí com as pulseiras.
No Iate, essa febre já contagiou a garotada. São meninos e meninas que combinam a cor das pulseiras com a roupa, trocam entre eles e participam de uma sociedade mais consciente. A possibilidade de unir o útil ao agradável - estar na moda e ainda colaborar para uma boa causa – é a principal razão desta nova mania, que está invadindo também os colégios.
- Uso as pulseiras poque acho bonito. No meu colégio todo mundo está usando e também sei que assim posso ajudar a quem precisa – diz Larissa Dias, 13 anos, aluna da Escola Bretanha.
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